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Belas imagens do Mig-29

Belas imagens do Mig-29 pelo mundo.

Caças Mig-29 visitando a Finlândia.

Em 1986, seis Mig-29 fizeram uma visita de cortesia a Finlândia para uma demonstração. Foi a primeira vez que o Ocidente teve um contato direto com o caça russo.Se quer saber mais sobre o Mig-29 pode se interessante ler o texto Mig-29 o injustiçado.
Sabe qual é a maior companhia aérea do mundo? Pode conhecer um pouco do dia a dia da maior companhia aérea do mundo e ver como é realizada a manutenção de sua frota lendo Manutenção de aviões da maior companhia aérea do mundo.


Mig-29 da Alemanhã Oriental.

O Mig-29 foi exportado para os países do ex-Pacto de Varsóvia. Aqui temos um exemplar da ex-Alemanhã Oriental.



Formação de Mig-29 tchecos.

Aqui é possível ver a importância de uma camuflagem. Mig-29 da ex-Tchecoeslovaquia em formação.



Mig-29 eritreu sendo rebocado.

A Africa também é uma região onde o Fulcrum se faz presente. Um Mig-29 da Eritréia sendo rebocado. Os eritreus perderam cinco Mig-29 em combates aéreos para os Su-27 da Etiopia.



Mig-29 do Turcomenistão.

Após a dissolução da ex-URSS o Mig-29 ficou espalhado entre as republicas que formavam o império soviético. Na imagem um fulcrum do Turcomenistão.



Mig-29 cubano.

Um Mig-29UB cubano. Em 1996 um aparelho desse abateu dois Cessna 337 de uso civil norteamericano.



Mig-29 do Iêmen ao lado de um caça francês Rafale.

O Iêmen foi um dos usuários que ja utilizou o fulcrum em combate. O Mig-29 foi usado em ataques ar-solo contra unidades rebeldes internas. Na imagem um exemplar do Iemen ao lado de um Dassault Rafale.



Mig-29 explodindo.

Cena dramática de um Mig-29 que durante uma exibição aérea se chocou com outro Mig-29 e explodiu. Os dois aviões ficaram destruídos.



Mig-29 em chamas.

Aqui é possível ver o assento ejetor salvando a vida do piloto. Os dois pilotos sobreviveram.



Destroços do Mig-29 iugoslavo.

Em 1999, na intervenção aérea da OTAN sobre a ex-Iugoslávia os Mig-29 iugoslavos tiveram vida dura. Aqui o que sobrou de um jato iugoslavo abatido por um caça da OTAN.



Mig-29 iraquiano.

O Iraque também foi um importante usuário. Muitos jatos iraquianos fugiram para o Irã durante os ataques aéreos dos aliados na primeira guerra do golfo em 1991.



Mig-29 iranianos voando em formação.

Muitos dos jatos iraquianos que fugiram para o Irã foram incorporados a IRIAF (Islamic Republic of Iran Air Force). Hoje o Mig-29 é uma peça importante no arsenal aéreo iraniano.



Mig-29 voando em formação com outros caças da força aérea iraniana.

O Irã tem um misto de aviões norteamericanos, russos, chineses e de produção local. Na imagem um F-14 Tomcat norteamericano na frente, embaixo o Mig-29 russo e em cima um F-4 Phantom norteamericano.



Mig-29 de Israel voando ao lado de um F-16.

Israel sabe que seus potenciais inimigos utilizam o jato russo. Recentemente, Israel adquiriu alguns Mig-29 de um país desconhecido para treinar seus pilotos. Um Mig-29 voando em formação com um F-16 israelense.



Mig-29K a bordo de um porta-aviões.

O Mig-29 também recebeu sua versão navalizada. Com algumas características das versões navalizadas como trem de pouso reforçado, asas dobravéis para serem melhor acomodados em porta aviões. A India fez uma encomenda de 16 Mig-29K para seu novo porta aviões.



Mig-29 da força aérea peruana.

O Mig-29 não poderia esta fora da América do Sul. O Peru é um histórico operador de material bélico russo e utiliza o jato russo. Um plano de modernização assinado recentemente visa aumentar as capacidades de combate dos Mig-29 peruanos.



Mig-29 da Luftwaffe voando em formação.

Após a queda do muro de Berlim a Alemanhã Ocidental rapidamente absorveu todo o material bélico do lado oriental. Os alemães ocidentais sucatearam muitos dos equipamentos do lado oriental, porém o Mig-29 ficou em operação por muitos anos.



Mig-29 polonês sendo rebocado.

Recentemente, a Alemanhã vendeu seus Mig-29 para a Polônia, por um preço simbólico de U$1 cada.



Mig-29 com pós-combustão ligado.

O jato russo é considerado como o melhor em combates próximos manobrados, dogfighter.


Cockpit do Mig-35.

A MIG-MAPO lançou uma nova versão do Mig-29 conhecida como Mig-35. É um avião com novos sistemas de bordo, novo radar, telas de cristal líquido conferindo ao caça uma capacidade de combate comparada ao dos últimos modelos ocidentais. Na foto o novo cockpit do caça Mig-35.




Mig-35 visão frontal.

Um Mig-35 mostrando todo o seu poder de fogo. Armado com 2 R-27 de longo alcance, 4 R-77 de médio alcance e 2 R-73 de curto alcance.

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Mig-29 o injustiçado


Quando o Mikoyan-Gurevich Mig-29 surgiu os especialistas ocidentais não perderam tempo em depreciar o novo jato de combate russo. As críticas foram em diversos aspectos, inclusive com acusações diretas de plagio por parte da engenharia russa. O Mig-29 fulcrum, na denominação da OTAN, foi criado com configurações semelhantes à de seus rivais ocidentais, mas não tem nada de plagio e sua aerodinâmica é formidável. Os russos finalmente conseguiram criar um caça capaz de superar os
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Osirak, o retorno

playstation/300x250.gif Muito se especulou sobre possíveis datas do ataque da Hel Ha Avir (Força aérea de Israel) contra as instalações nucleares iranianas. Um ataque de tal envergadura é caracterizado pelo fator surpresa e datas e prazos limites são meramente especulativos, mesmo a cada minuto que passa a Republica Islamica do Irã estando mais perto de ter sua bomba atômica. A Hel Ha Avir já tem experiência em muitos combates ao longo de sua existência e ja participou de um ataque a uma usina nuclear, em 1981 no Iraque.
Outra nação que esta na mira e poderá sentir o poder dos Estados Unidos é a Coréia do Norte, para saber mais leia O rótulo da Coréia do Norte.
O sucesso daquele ataque foi, justamente, o inesperado. O que contou muito a favor dos israelenses foi o fato do Iraque possuir somente uma usina nuclear, até porque o outro reator que também havia sido adquirido pelos iraquianos para treinar seus cientistas havia sido destruído antes ainda empacotado num ato de sabotagem pelo Mossad. Participaram da ação contra o reator em Osirak oito F-16 cada um utilizando um tanque ventral de 1.136 litros e mais dois de 1.400 litros sob as asas e armados com duas bombas MK 84 de 2.000 libras e dois mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder nas pontas das asas para autodefesa. Os atacantes israelenses tiveram a escolta de seis F-15 armados com mísseis ar-ar. Os aviões voaram muito próximo do solo, cerca de 100m, durante quase todo o percurso e em total silêncio eletrônico para diminuir as chances de serem detectados pelos radares iraquianos. Os F-15 deram cobertura a grande altitude. Ao se aproximarem cerca de 6 Km da usina os atacantes subiram em duplas cerca de 2.000m para em seguida realizarem um mergulho e lançarem suas bombas que atingiu o alvo como planejado. Não houve oposição da Força Aérea Iraquiana e mesmo se seus aviões tivessem alcançado os atacantes israelenses não teriam muitas chances. O Iraque contava com Mig-21 e Mig-23 e estes aparelhos não seriam capazes de representar ameaças aos F-15 de escolta.
No Irã o cenário é bem diferente, apesar do alvo ser o mesmo. Ao contrário do Iraque o Irã espalhou suas usinas nucleares ao longo do país, o que dificulta um ataque aéreo. O complexo nuclear iraniano esta bem defendido com baterias antiareas, entre elas o sistema russo TOR-1, cada sistema conta com oito mïsseis Terra-ar que podem atingir alvos entre 1,5 e 12km. Apesar de ter um alcance curto este sistema tem uma enorme precisão sendo um dos mais letais do mundo. Outro sistema russo de mísseis Terra-ar foi especulado com já estando em operação. Não há nada que confirme que o Sistema Russo S-300 esteja em operação no Irã e mesmo um sistema similar de fabricação chinesa também não foi confirmado que foi adquirido pelo Irã. O poder aereo da aviação iraniana apesar de não ser numerosa é bem significativo. Conta com tipos como F-4 Phantom, Northrop F-5, F-7(versão chinesa do Mig-21 russo), F-14 Tomcat e Mig-29. Estes aviões especificamente são aqueles que podem realizar alguma interferência em caso de violação do espaço aéreo iraniano.
Um ataque as usinas iranianas pode ser a única altenativa de Israel para por um fim, ou na pior das hipoteses, atrasar o desejo iraniano de ter seu artefato nuclear, porém, esta pode não ser a melhor das escolhas. O sucesso de Osirak, talves, não se repita no Irã. Israel sabe disso e este deve ser o motivo pelo qual o ataque ainda não ocorreu. Outras possibilidades devem estar sendo discutidas neste momento, se elas serão efetivas nós só sabaremos quando as usinas nucleares iranianas começarem a explodir.
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